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2026: Reeleger Lula é o desafio do movimento sindical brasileiro para frear o avanço da extrema-direita na América Latina

Artigo de Artur Bueno Júnior – Presidente do STIAL – Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Limeira e Região e da USTL – União Sindical dos Trabalhadores de Limeira e Vice-Presidente da CNTA – Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação e Afins

Com a vitória de José António Kast para a presidência do Chile, a direita sul-americana conquista mais um degrau nos dez anos de sua ascendência. Com isso, iguala o número de países governados pela direita e pela esquerda: são seis de cada. No final de 2015, a esquerda e a centro-esquerda governavam 8 países da América do Sul, enquanto a direita e a centro-direita comandavam 4. Apesar de flutuantes, é preciso ficar atento aos números.

Isso coloca em jogo uma série de fatores fundamentais, que vão desde a estabilidade democrática até as políticas sociais e ambientais e as relações internacionais. Importante citar o avanço da direita no mundo nos posicionamentos contra imigrantes, no fechamento de fronteiras, na deportação de estrangeiros, no nacionalismo exacerbado; uma postura que parece bastante europeia ou eurocêntrica, mas não muito afeita a nós, sul-americanos.

Para além disso, os governos de centro-direita e de direita são aqueles que defendem a liberdade econômica, a redução do Estado e uma economia voltada para o setor privado. O avanço da extrema-direita é um retrocesso que pode resultar em privatizações, em cortes de programas sociais e em políticas que beneficiam primeiramente as classes mais altas, mina as instituições democráticas em nome de um projeto nacionalista, conservador e autoritário, gerando um cenário de conflito e instabilidade.

O que é um desastre para países como Brasil, onde as diferenças sociais são gritantes, onde pessoas e famílias precisam de auxílios para não passarem – e morrerem – de fome; onde ainda não foi possível estabelecer um horizonte de igualdades sociais e os desníveis são gigantes.

Foi preciso o Brasil eleger novamente um presidente de esquerda para que país fosse retirado mais uma vez do Mapa da Fome pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura, um marco que se repete sob o governo Lula, com o país mostrando progresso em políticas públicas de segurança alimentar e redução da desigualdade.

O atual governo Lula, tem produzido conquistas para a população mais carente e vulnerável. A retomada da política de valorização do salário-mínimo, o recorde na geração de empregos, a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, os programas “Bolsa Família”, “Minha Casa, Minha Vida”, o “Desenrola Brasil”, o “Acredita no Primeiro Passo”, o “Pé de Meia”, o novo “Mais Médicos”, o “Brasil sem Fome”, entre outros, representam avanços significativos para a vida, a saúde e os bolsos dos mais pobres.

O governo recolocou os trabalhadores e trabalhadoras no centro da agenda política de reconstrução do Brasil, especialmente abraçando e defendendo a redução da jornada de trabalho sem redução de salário e o fim da escala de trabalho 6X1.

Assim, para evitarmos um novo desmantelamento intencional de políticas públicas, de estruturas de controle e de órgãos fiscalizadores, e para continuarmos avançando na reconstrução de um Brasil para todos, a reeleição do governo Lula, do governo de esquerda no Brasil, deve ser a pauta prioritária para o movimento sindical brasileiro para 2026. E abraçada por todos os trabalhadores e trabalhadoras do país.

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