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Em reunião da Rede Suco, sindicatos debatem unificação de pauta salarial

Andre Montanher

Durante encontro da Rede Suco de Laranja, organização criada para aumentar a eficiência e a sustentabilidade das empresas de Suco brasileiras – bem como promover o trabalho decente no setor – os sindicatos debateram a criação de uma pauta salarial única, nas negociações de 2025.

A reunião foi nos dias 13 e 14 de fevereiro, em Araraquara-SP. Entre as representações de trabalhadores da categoria do Suco de São Paulo, Paraná e Minas Gerais, estava o STIAL (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Limeira e Região). A entidade é membro da Rede Suco.

“Unificar as reivindicações e compartilhar as dificuldades é um grande desafio, já que a cadeia conta com sindicatos que representam trabalhadores da alimentação e trabalhadores rurais. Devemos lembrar que nosso objetivo é o mesmo – a valorização dos empregados”, apontou o vice-presidente do STIAL, Joselito Inácio.

O setor hoje é concentrado em três grandes empresas, que dominam o mercado de suco no Brasil, com forte ingerência nos mercados nacional e internacional. “A concentração gera poder, e demanda do outro lado a união dos trabalhadores. Só assim a valorização, com ganho real de salário, será possível”, emendou.

Com suas diferentes categorias de trabalhadores, as empresas de Suco participam de diversas negociações salariais, uma divisão que as favorece. Daí a preocupação da Rede Suco.

CARTEL

Em 2016, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) fechou acordo de R$ 301 milhões com empresas produtoras de suco de laranja que admitiram formação de cartel nas negociações para a compra da fruta. Para pôr fim ao imbróglio jurídico, seis empresas – Cutrale, Citrovita, Coinbra, Citrosuco/Fischer, Cargill e Bascitrus –, a extinta associação do setor (Abecitrus) e nove pessoas físicas assinaram um Termo de Compromisso de Cessação (TCCs) relativo à prática investigada.

Quase dez anos depois, o setor ficou ainda mais concentrado – são apenas três grandes companhias. A Cutrale comprou a Bascitrus e parte da Cargill em conjunto com a Citrosuco. A Citrosuco, além de deter fatia na Cargill, fundiu-se à Citrovita – ambos os processos foram aprovados pelo Cade. Já a Coinbra é hoje o braço de citros da francesa Louis Dreyfus Company. O grupo é representado pela associação CitrusBR desde 2009, ano em que foi criada.

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