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Seminário no STIAL debate Economia Circular, Comércio de Carbono e Preservação de Mananciais

O partido REDE SUSTENTABILIDADE, em parceria com o STIAL (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Limeira e Região) realizou nesta quarta (20) o Seminário “Limeira em Movimento: Iniciativas Sustentáveis para uma Cidade Viva”. O evento foi na sede do Sindicato.

Os presentes ouviram palestras com o sociólogo e porta-voz da REDE-SP, Fernando Oliveira sobre o tem CARBONO VERDE; com a Mestre em Política Pública e coordenadora do Elo Negro REDE-SP, Alinne Motta sobre ECONOMIA CIRCULAR; e com o presidente da CNTA (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação e Afins), Artur Bueno de Camargo acerca de PRESERVAÇÃO DE MANANCIAIS. A mediação foi de Fábio Roland Müller, historiador e porta-voz da REDE em Limeira.

Alinne Motta discorreu sobre o impacto da chamada Economia Linear (tradicional) no meio ambiente, com dados que sensibilizaram os presentes: “A produção de uma calça jeans demanda o gasto de 7 a 8 mil litros de água”, relatou.

“A economia circular propõe um modelo de produzir e consumir diferente, com destaque para a reutilização e preservação. Precisamos de mais envolvimento da sociedade e do Poder Público no seu estímulo”, comentou, citando por exemplo a existência de selos de referência no mercado.

Fernando Oliveira apontou o problema das fraudes no comércio de carbono, e seus impactos para o desenvolvimento da modalidade – que em seu formato perfeito consiste na “compra” de ecossistemas preservados, para compensar o desgaste por conta de uma produção poluente, por exemplo.

“Foram descobertas muitas vegetações contabilizadas duas vezes, fraudulentamente, além de ecossistemas não preservados contados como preservados. Isto descredibiliza. É preciso regulação e fiscalização, e isto é papel dos governos.”
, citou, fazendo ressalva à aprovação no ano passado da Lei 15.042/2024, que regula o assunto.

Artur Bueno de Camargo

Artur Bueno de Camargo lembrou sua infância na área rural de Limeira, e a preocupação de sua família de produtores com relação aos recursos hídricos. “Meu pai era um ambientalista sem saber. Dependia daqueles recursos e os preservava”, relatou.

Ele abordou a questão da Represa Tabajara, de Limeira, assoreada e abandonada pelo Poder Público municipal, cobrando ações da Prefeitura. O dirigente sindical lembrou da luta contra as queimadas de cana, bandeira do STIAL em sua presidência – hoje a prática é proibida no Estado de são Paulo.

Ao final das exposições, o público pôde fazer perguntas. O Procurador Jurídico da Câmara de Limeira, Valmir Caetano, participou dos trabalhos representando o presidente Everton Ferreira.

“Mais do que necessário que os trabalhadores e suas representações se envolvam com temas relativos ao meio ambiente, especialmente em ano de COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) no Brasil”, finalizou o presidente do STIAL, Artur Bueno Júnior.

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